quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Física e a Tecnologia

Com o passar dos anos a física tem ganhado um espaço cada vez maior no cenário das inovações tecnológicas, de modo que os conceitos, leis e princípios físicos têm possibilitado a inovação e criação de produtos mais sofisticados, personalizados, seguros e eficazes. É através da inserção da física na tecnologia que muitos produtos como, por exemplo, a identificação por meio da íris ou mesmo as inovações dos sistemas de alarme utilizados nas residências tem se disseminado e ganhado cada vez mais espaço no cotidiano.
A física, como se sabe, é a ciência que faz estudo da natureza, buscando descrever e compreender os fenômenos que ocorrem nela. É por meio das compreensões, pesquisas, estudo dos princípios e leis que novos produtos têm surgido dia a pós dia com o intuito de facilitar os afazeres cotidianos das pessoas. Um exemplo disso são as casas “inteligentes” que empregam uma infinidade de princípios físicos que permitem ao dono maior comodidade. Nelas a comodidade é total, a começar pelo modo de entrar que não necessita de chaves. O proprietário entra por meio de uma identificação biométrica, a qual é feita por meio de traços biológicos característicos da pessoa, podendo ser as digitais, a íris ou até mesmo a voz da pessoa. No interior da casa é possível controlar remotamente a temperatura do ambiente, fazer controle da energia elétrica gasta na casa, alem de contar com um piso com coeficiente de atrito que evita os acidentes com as pessoas, principalmente as idosas.
Outra evolução tecnológica que envolve princípios e leis da física e que é muito utilizada atualmente é o alarme, tanto residencial quanto o automotivo. Esses utilizam como princípio básico o detector de movimento que funciona através de ondas eletromagnéticas ou por meio de radiação infravermelha que o corpo humano emite.

domingo, 2 de setembro de 2012

Matemática - Investimento Financeiro

Caros leitores,não é de admirar que um grande evento como a copa do mundo não tenha um custo...tem e esse custo não é nada pouco.Mas,será que realmente vale a pena ser sede de um evento tão grande diante dos seus custos? Pois é, o investimento financeiro nesse evento é enorme,porém não só há as despesas como os beneficios para o país. Porém,do ponto de vista econômico não vale a pena ser a sede desse evento.Segundo os cálculos da CBF - (Confederação Brasileira de Futebol),o Brasil vai precisar gastar R$11 BILHÕES para se preparar para a copa de 2014. E,da onde surge tanto dinheiro? Pois é,grande parte do nosso bolso caro leitor(a),dos nossos impostos.
Enquanto,o governo poderia gastar esse dinheiro com ajuda do país irá gastar modernizando os estádios,mas vamos ver pelo outro lado da moeda... É preciso considerar outros itens para medir o retorno do dinheiro gasto em uma copa.Pelas contas do governo,a copa irá atrais cerca de 500 mil estrangeiros,que gastariam até R$ 3 bilhões.Além disso,se a competição gerar postos de trabalho como houve na Alemanha em 2006 que foram 25 mil novas vagas de emprego,dá para computar mais de R$ 500 milhões em investimentos,já que o custo por emprego é R$ 20 mil. Além dos custos gastos,há como fazer com que o investimento feito aumente em proporção a economia do país que é sede.
Abaixo veja as estimativas de gastos para a copa do Mundo de 2014: R$ 8,5 bi ONDE Infra-estrutura. QUEM GASTA Governo. Grana para a infra-estrutura das cidades-sede. Segundo a Fifa, 4 candidatas precisam aumentar seu aeroporto e 6 não têm transporte público estruturado para receber adequadamente os jogos.
R$ 2 bi ONDE Reforma e construção de estádios. QUEM GASTA Iniciativa privada. A aposta é que os governos locais busquem capital privado para fazer decolar os projetos. Em troca, os empresários teriam o direito de administrar os estádios por no mínimo 20 anos, para, em tese, obter lucro.
R$ 700 mi ONDE Instalações oficiais. QUEM GASTA Fifa. Este é o único dinheiro garantido. A Fifa afirma que ela mesma vai bancar a construção de estruturas de apoio para os jogos, da sede do comitê organizador, dos centros de mídia e das centrais de segurança.
 *Fontes: Orçamento Copa 2014 (conversão a partir do valor estimado em dólares), CBF, Fifa.            
Orçamento alternativo: números recentes dos ministérios do governo federal, IBGE, site Contas Abertas, Agência Brasil, FGV. 

  Veja a seguir dados estastísticos com relação custo:
O investimento financeiro para a Copa do Mundo de 2014 é esse,e sempre com base nesses custos e em alguns beneficíos que o país vai tentando ganhar alguma vantagem em ser a sede desse grande evento em 2014. Espero que vocês tenham conseguido visualizar a matemática nesse mundo de economias!